Vieste de mansinho, com algum pudor contar-me segredos que eu já conhecia. Os segredos que me contaste não eram novidade porque já sabia todos os detalhes da existência humana que querias partilhar. Não te condeno mas não posso aceitar o que me querias propor. Demasiadamente estranha a atitude e incomportável para a minha maneira de ver e estar no mundo que gosto e quero partilhar com quem me rodeia. Eu convenço-me de forma lenta mas quando acontece é determinada, com pouca probabilidade de voltar atrás no caminho. Não minto, apenas relego para segundo plano decisões difíceis e que me fazem quebrar rotinas que gosto aparentemente de manter. Decido. Nessa altura rompo com as heresias que me perturbam e penso em traçar novo caminho, mais largo, onde através do espaço me envolvo em melodias ocasionais que me satisfaçam o ego e a mente que ininterruptamente requer estímulos para se manter activa.
Gostava de não me ter enganado e ter seguido os meus instintos. Aprendi a lição. os nossos instintos são realmente importantes e significativos e nunca, nunca nos devemos esquecer disso, porque por vezes, dessa lucidez depende a forma como vivemos e a felicidade ou não que nos completa enquanto seres humanos que povoamos um mundo que teimamos em querer melhorar.
O adeus nem sempre é até logo.
Gostava de não me ter enganado e ter seguido os meus instintos. Aprendi a lição. os nossos instintos são realmente importantes e significativos e nunca, nunca nos devemos esquecer disso, porque por vezes, dessa lucidez depende a forma como vivemos e a felicidade ou não que nos completa enquanto seres humanos que povoamos um mundo que teimamos em querer melhorar.
O adeus nem sempre é até logo.