Na veleidade dos mundos que se atravessam na nossa vida qual relâmpago perpétuo, corre o sangue nas veias de quem sonha um dia chegar além...e além onde é? Onde fica além? Na verdade não sei onde fica esse lugar que gostaria todos os dias de minha vida encontrar. Caminho a passos lentos, levianos até, brincando por entre as pedras da calçada que teima em me roer os saltos dos sapatos, e penso em ti, em mim, no amanhã, no ontem, na voz e no choro de quem um dia pensou que o mundo era cor de rosa, ou púrpura talvez...mas que sorria sempre para nós.
O esquecimento cai na memória trôpega que sobrevive no cérebro que alimentamos todos os dias com resquícios de sentimentos, de coisas visuais que nos complementam o ser. Todos os dias de nossa vida julgamos os outros e nos julgamos a nós, umas vezes por cânones correctos, outras simplesmente com os parâmetros que queremos que sejam os correctos. Não temos caminho traçado...talvez devêssemos ter, acordar com o destino o caminho que gostaríamos de percorrer despreocupadamente e sem pensar no amanhã que se segue com as demais preocupações da vida mundana que acompanhamos diariamente.
Naturalmente dependentes uns dos outros, soltamos de cada vez um suspiro diferente, e olhamos as palmas das mãos seguindo as suas linhas à espera de conseguir perceber onde começam e acabam as nossas expectativas. As linhas estão marcadas à nascença, como a nossa sorte? Ou tão simplesmente a pudemos mudar tal qual mudamos o rumo do que escolhemos para nós assumidamente como bom, positivo, valorável? Não façamos perguntas estranhas, nem tentemos adivinhar o fim anunciado do que quer que seja, soltemos um bocejo que nos adormece até ao dia seguinte que esperamos, com certeza, ser melhor do que os outros e na vida sã que queremos levar, o entendemos como o melhor que temos de nós para nós, e que isso é mesmo a coisa mais importante do mundo.
O esquecimento cai na memória trôpega que sobrevive no cérebro que alimentamos todos os dias com resquícios de sentimentos, de coisas visuais que nos complementam o ser. Todos os dias de nossa vida julgamos os outros e nos julgamos a nós, umas vezes por cânones correctos, outras simplesmente com os parâmetros que queremos que sejam os correctos. Não temos caminho traçado...talvez devêssemos ter, acordar com o destino o caminho que gostaríamos de percorrer despreocupadamente e sem pensar no amanhã que se segue com as demais preocupações da vida mundana que acompanhamos diariamente.
Naturalmente dependentes uns dos outros, soltamos de cada vez um suspiro diferente, e olhamos as palmas das mãos seguindo as suas linhas à espera de conseguir perceber onde começam e acabam as nossas expectativas. As linhas estão marcadas à nascença, como a nossa sorte? Ou tão simplesmente a pudemos mudar tal qual mudamos o rumo do que escolhemos para nós assumidamente como bom, positivo, valorável? Não façamos perguntas estranhas, nem tentemos adivinhar o fim anunciado do que quer que seja, soltemos um bocejo que nos adormece até ao dia seguinte que esperamos, com certeza, ser melhor do que os outros e na vida sã que queremos levar, o entendemos como o melhor que temos de nós para nós, e que isso é mesmo a coisa mais importante do mundo.
Sem comentários:
Enviar um comentário