Dedilhando as teclas, ecoam tantas coisas diferentes na minha cabeça...ecoa a vontade de chamar a verdade até mim, de deixar de lado todas as ilusões que têm composto os estados de alma em que me encontro todos os dias em que simplesmente não me reconheço. São poucos, têm sido absolutamente poucos os dias, as horas em que nao sei quem sou, o que faço ou para onde me dirijo. Sinto a minha vida constantemente atordoada com os altos e baixos do que me torna em vida prolongada, no que me torna feliz, nos momentos que me enchem o coração de tal energia que não consigo explicar, nem palavras há que o reflictam. Posso escrever dez, cem, mil palavras, mas nem todas juntas poderiam realmente dar a entender o que vai no meu coração quando rasgo um sorriso e o sinto com toda a força dentro de mim. É assim quando encontro as almas que são tão gémeas do meu ser quanto dois embriões na barriga de sua mãe, é tanto assim como quando estamos enroscados no abraço de alguém que desinteressadamente gosta de nós, assim, sem mais nada, que apenas aprecia aquilo que somos, como pessoa, como individuo, como único.
Foi assim que me senti quando encontro ao fim de não sei quantos anos o abraço de alguém que um dia foi irmão, amigo, companheiro por cinco, por dez, por mais anos. E quando, com o desinteresse de que falo me abraça, sinto que somos mesmo assim, amigos de longa data, para o bom e para o menos bom, porque os verdadeiros amigos e os sentimentos que nos unem não se esquecem, não se esqucem porque ficam sempre marcas. Somos iguais, somos o mesmo, somos a força de ser aquilo que sempre fomos, o que acreditamos, somos sempre o que achamos que devemos ser. Eu sou assim, sou aquilo em que acredito, e cada vez mais sinto necessidade de o ser, sem máscaras, sem nada que me encubra. Sou assim e pronto, e sei que aqueles que me rodeiam, o fazem por gostarem de mim assim, e isso, e isso é que é realmente importante.
Voltamos ao que somos, voltamos sempre à nossa essência, mais cedo, um pouco mais tarde, voltamos sempre lá para recordar, aos recônditos cantos do que nos fez homem e mulher, para beber na fonte a energia que nos tonifica a alma e nos torna mais fortes, mais donos de nós mesmos, loucos, livres, fiéis às nossas convicções, inabaláveis na maneira de ser. Somos assim, fortes e belos, como tudo o que é verdadeiro. E acreditando nesta verdade, sempre e só nesta e nunca em nenhuma outra, devemos perseguir o nosso futuro.
Sou aquilo em que acredito porque de outra maneira não saberia viver.
Foi assim que me senti quando encontro ao fim de não sei quantos anos o abraço de alguém que um dia foi irmão, amigo, companheiro por cinco, por dez, por mais anos. E quando, com o desinteresse de que falo me abraça, sinto que somos mesmo assim, amigos de longa data, para o bom e para o menos bom, porque os verdadeiros amigos e os sentimentos que nos unem não se esquecem, não se esqucem porque ficam sempre marcas. Somos iguais, somos o mesmo, somos a força de ser aquilo que sempre fomos, o que acreditamos, somos sempre o que achamos que devemos ser. Eu sou assim, sou aquilo em que acredito, e cada vez mais sinto necessidade de o ser, sem máscaras, sem nada que me encubra. Sou assim e pronto, e sei que aqueles que me rodeiam, o fazem por gostarem de mim assim, e isso, e isso é que é realmente importante.
Voltamos ao que somos, voltamos sempre à nossa essência, mais cedo, um pouco mais tarde, voltamos sempre lá para recordar, aos recônditos cantos do que nos fez homem e mulher, para beber na fonte a energia que nos tonifica a alma e nos torna mais fortes, mais donos de nós mesmos, loucos, livres, fiéis às nossas convicções, inabaláveis na maneira de ser. Somos assim, fortes e belos, como tudo o que é verdadeiro. E acreditando nesta verdade, sempre e só nesta e nunca em nenhuma outra, devemos perseguir o nosso futuro.
Sou aquilo em que acredito porque de outra maneira não saberia viver.
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