Sinto-me só, assim, somente sozinha no meio de todos os que me rodeiam…trocaram-me as voltas, trocaram o certo pelo incerto e desconhecido, não que isso me assuste porque outras batalhas já travei e delas saí vencedora, mas dói quando se sente que o injusto tomou conta do justo, o escuro tomou conta do claro e o amargo conta do doce.
As forças resvalam na ânsia do que não sei, na incerteza do que não conheço e adentro o que não me interessa…não sei lidar com isto, na verdade achei que era tudo muito mais fácil, que tudo era simples mas não é. Fiz-me de forte, coragem de leão, parafraseando alguém que canta estas e outras palavras sentidas e acertadamente sãs, mas isso não chega, não consola, não alimenta. A alma exposta, a nú, como nunca antes, talvez identicamente a uma ou outra ocasião mas nunca com este nível de incongruência…e aos poucos, sentimos o desmoronar do que vamos construindo, desaparece tudo…pode ser um novo ponto de partida, pode ser uma nova meta de chegada, mas na transversalidade do que gostaríamos de realizar, dizemos adeus aos cada vez mais irreais sonhos, aqueles que nos alimentaram a alma e a vida durante tanto tempo. Resignamo-nos sem saída ao que nos dão, ao que tão pouco desprendidamente nos dão, e aceitamos, de cabeça baixa, tentando não vergar perante a adversidade para no final de tudo isto, olhar para o espelho e ver a face de alguém que um dia sonhou o que nunca conseguiu e se conformou com o que nunca quis.
E assim se dissipam todos os fiapos do querer, feitos de algodão doce, aqueles que achamos sempre que mais cedo ou mais tarde se realizam…mas há sempre um dia em que vemos através do tempo, do real, e percebemos claramente que o nosso lugar não é nem nunca foi aquele pelo qual lutámos, aquele que sonhámos…o que nos mantinha o sangue a pulsar com a toda a intensidade…depois disso, depois fica apenas a amargura do que deveria ter sido e simplesmente nunca foi…
As forças resvalam na ânsia do que não sei, na incerteza do que não conheço e adentro o que não me interessa…não sei lidar com isto, na verdade achei que era tudo muito mais fácil, que tudo era simples mas não é. Fiz-me de forte, coragem de leão, parafraseando alguém que canta estas e outras palavras sentidas e acertadamente sãs, mas isso não chega, não consola, não alimenta. A alma exposta, a nú, como nunca antes, talvez identicamente a uma ou outra ocasião mas nunca com este nível de incongruência…e aos poucos, sentimos o desmoronar do que vamos construindo, desaparece tudo…pode ser um novo ponto de partida, pode ser uma nova meta de chegada, mas na transversalidade do que gostaríamos de realizar, dizemos adeus aos cada vez mais irreais sonhos, aqueles que nos alimentaram a alma e a vida durante tanto tempo. Resignamo-nos sem saída ao que nos dão, ao que tão pouco desprendidamente nos dão, e aceitamos, de cabeça baixa, tentando não vergar perante a adversidade para no final de tudo isto, olhar para o espelho e ver a face de alguém que um dia sonhou o que nunca conseguiu e se conformou com o que nunca quis.
E assim se dissipam todos os fiapos do querer, feitos de algodão doce, aqueles que achamos sempre que mais cedo ou mais tarde se realizam…mas há sempre um dia em que vemos através do tempo, do real, e percebemos claramente que o nosso lugar não é nem nunca foi aquele pelo qual lutámos, aquele que sonhámos…o que nos mantinha o sangue a pulsar com a toda a intensidade…depois disso, depois fica apenas a amargura do que deveria ter sido e simplesmente nunca foi…
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