Na catarse daquilo que nos transforma ou tão simplesmente daquilo que nos faz assumir o nosso Eu, enquanto Ego sunt, relembra que é muito bom estar vivo, rir, dançar, mergulhar de cabeça nas emoções de sentir, de ser.
Deixar o corpo vibrar ao som do que nos faz verdadeiramente felizes, sem medos nem pudores, entregar-se ao ritmo sensual dos sons que nos enebriam a alma, mas sobretudo o coração, vivendo cada momento com a intensidade que merece, entre olhares fortes, directos, entre mãos que se tocam e por breves momentos se unem, em segundos fugazes, ou em demorados minutos. E aquela sensação que nos percorre o corpo e nos enche de vontade de não parar, contenta-nos por algumas horas, faz-nos sobretudo acelerar a respiração e pedir para que dure um pouco mais. A pele macia que acaricio com carinho e que me desperta a vontade de a sentir encostada à minha, tal e qual como as nossas mãos estiveram, sem pudores nem preconceitos...sem perguntas. E ao ritmo do som que ambos escutamos, os nossos corpos se encaixam e rodopiam com a lentidão que o momento exige, e sinto-me simplesmente a flutuar nos braços fortes que me seguram como se eu fosse quebrar a qualquer momento, e quando encosto o meu rosto ao seu peito ou quando o olho intensamente nos olhos, parece que ambos gostaríamos de dizer algo mais, que simplesmente não se diz porque a timidez do momento o não permitiu...
Agrada-me esta insanidade descontrolada, a mesma que me faz querer desvirtuar a complexo do conservadorismo que eu odeio...
Deixar o corpo vibrar ao som do que nos faz verdadeiramente felizes, sem medos nem pudores, entregar-se ao ritmo sensual dos sons que nos enebriam a alma, mas sobretudo o coração, vivendo cada momento com a intensidade que merece, entre olhares fortes, directos, entre mãos que se tocam e por breves momentos se unem, em segundos fugazes, ou em demorados minutos. E aquela sensação que nos percorre o corpo e nos enche de vontade de não parar, contenta-nos por algumas horas, faz-nos sobretudo acelerar a respiração e pedir para que dure um pouco mais. A pele macia que acaricio com carinho e que me desperta a vontade de a sentir encostada à minha, tal e qual como as nossas mãos estiveram, sem pudores nem preconceitos...sem perguntas. E ao ritmo do som que ambos escutamos, os nossos corpos se encaixam e rodopiam com a lentidão que o momento exige, e sinto-me simplesmente a flutuar nos braços fortes que me seguram como se eu fosse quebrar a qualquer momento, e quando encosto o meu rosto ao seu peito ou quando o olho intensamente nos olhos, parece que ambos gostaríamos de dizer algo mais, que simplesmente não se diz porque a timidez do momento o não permitiu...
Agrada-me esta insanidade descontrolada, a mesma que me faz querer desvirtuar a complexo do conservadorismo que eu odeio...
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