E fico assim, presa entre o agora e o depois, incerto, solto entre as palavras que escrevo sempre que a minha alma precisa falar. Expressa sempre o que sente e o que vê pelas pontas dos dedos que compactam em semânticas complexas o que vai no coração de quem efectivamente ferve com os sons que escuta nas bocas alheias, e nas que lê nos olhos dos demais corpos que se movem em sua volta. E regressa sempre tudo ao princípio do vazio, aquele que não se preenche com as vozes que conhece, que deseja urgentemente viver das vozes que trazem a novidade, a expectativa, o desejo....que manifestem uma triologia completamente ditinta da que até então conhece, que encarne o corpo que deambula neste momento na terra que teima em aquecer com os pequenos raios de sol, qual faúlhas que trespassam a rede que separa a realidade do que é imaginário.
Em vibratos constantes, os olhos deabulam pela impotência que se controla para não explodir na falta perene da metáfora que procura...é verdade que às vezes doí, também é verdade que outras não magoa tanto assim, que olhamos para dentro de nós quando nos reflectimos no espelho ou tão simplemente quando sentimos as nossas próprias mãos, a nossa face, e sorrimos confortados com o simples facto de sermos nós mesmos, aquilo que gostamos de ser....nem mais, nem menos, apenas aquilo que nos faz sentir completos, necessários, úteis....e é esta a força que nos impele e nos faz querer continuar a seguir em frente, que nos apara os golpes que nos guia pelo caminho mais fácil, ou pelo mais díficil...mas é a força que nos faz ter a coragem de escolher, de ter opção, a opção de rir, de chorar, ou tão simplesmente de sentir.
E nestes encantamentos mundanos em que tornámos a nossa forma de estar e viver, esperamos no abreviar de um momento a explosão para a felicidade suprema, a que nos alimentará e aquietará a alma, mas sobretudo o coração.
Em vibratos constantes, os olhos deabulam pela impotência que se controla para não explodir na falta perene da metáfora que procura...é verdade que às vezes doí, também é verdade que outras não magoa tanto assim, que olhamos para dentro de nós quando nos reflectimos no espelho ou tão simplemente quando sentimos as nossas próprias mãos, a nossa face, e sorrimos confortados com o simples facto de sermos nós mesmos, aquilo que gostamos de ser....nem mais, nem menos, apenas aquilo que nos faz sentir completos, necessários, úteis....e é esta a força que nos impele e nos faz querer continuar a seguir em frente, que nos apara os golpes que nos guia pelo caminho mais fácil, ou pelo mais díficil...mas é a força que nos faz ter a coragem de escolher, de ter opção, a opção de rir, de chorar, ou tão simplesmente de sentir.
E nestes encantamentos mundanos em que tornámos a nossa forma de estar e viver, esperamos no abreviar de um momento a explosão para a felicidade suprema, a que nos alimentará e aquietará a alma, mas sobretudo o coração.
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