Esventrada sinto a alma, longe dos tempos em que me conseguia de pé suster, lembrada das mágoas que por mim passaram e que não consegui reter mais do que dois segundos, porque todos os momentos bons me fizeram sorrir, mais do que alguma vez aconteceu.
Neste momento é isso mesmo que sinto, momentos bons a percorrerem-me os pensamentos, mas dor sentida no fundo do coração que sabe não poder ser sentido real, porque vivo sempre de migalhas de sorte e que apenas de forma esporádica se atravessa na minha frente. e é por essa razão que vivo sozinha, presa a mim mesma, longe dos recados externos que um dia desejei serem meus mas nunca consegui que fossem. Todas as pressões eu mesma as sinto de cada dia que passo nesta solidão imensa que me ataca o peito e que apenas com migalhas consigo minimizar. Não entendo esta razão, não entendo porque raio tudo acontece nesta idiota situação de impotência promiscua, cuja razão não reconheço existir. Não posso nem devo, nem suportarei viver de migalhas dadas por quem um dia me amou e que eu mesma um dia amei também com tanta intensidade como se o mundo acabasse nesse mesmo dia.
Na verdade é mesmo isso que sinto, a minha alma esventrada por algo que um dia foi meu complemento, que um dia foi totalmente meu e que por razão nenhuma deixou de ser.
Neste momento é isso mesmo que sinto, momentos bons a percorrerem-me os pensamentos, mas dor sentida no fundo do coração que sabe não poder ser sentido real, porque vivo sempre de migalhas de sorte e que apenas de forma esporádica se atravessa na minha frente. e é por essa razão que vivo sozinha, presa a mim mesma, longe dos recados externos que um dia desejei serem meus mas nunca consegui que fossem. Todas as pressões eu mesma as sinto de cada dia que passo nesta solidão imensa que me ataca o peito e que apenas com migalhas consigo minimizar. Não entendo esta razão, não entendo porque raio tudo acontece nesta idiota situação de impotência promiscua, cuja razão não reconheço existir. Não posso nem devo, nem suportarei viver de migalhas dadas por quem um dia me amou e que eu mesma um dia amei também com tanta intensidade como se o mundo acabasse nesse mesmo dia.
Na verdade é mesmo isso que sinto, a minha alma esventrada por algo que um dia foi meu complemento, que um dia foi totalmente meu e que por razão nenhuma deixou de ser.
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