Há várias formas de sermos felizes, talvez tantas quantos os sentimentos que temos, os que partilhamos, os que escondemos, ou tão simplesmente aqueles que vamos descobrindo cada dia que passa no calendário da caminhada que fazemos em direcção ao amanhã. Há músicas que me apertam o coração, que me fazem lembrar que a minha vida já foi tão diferente daquilo que hoje é...que dela faziam parte pessoas que hoje já não fazem, que sorri e chorei no ombro de quem agora não está, que abracei quem não mais voltei a encontrar, que ziguezagueiei por entre os sonhos que um dia partilhados com quem agora está em parte incerta.
Há momentos que não conseguimos esquecer, emoções que nos controlam o ar que respiramos, que nos aceleram o fluxo sanguíneo, qual acelerador de um motor potente e que nos conduz a vida e os dias que nela existem da forma mais rápida ou mais lenta com que na verdade enfrentamos todos os momentos da nossa história.
Há tanta coisa que nos diz tanto e tanta tão pouco...e a lágrima que cai quando penso que já tive tudo, a plenitude que agora não encontro, não posso evitar, não consigo evitar o desejo da eloquência que é ser feliz, assim sem mais nada, tão simplesmente feliz, na entrega total, na entrega parcial, na entrega simplesmente...
E sim a solidão é má, a solidão é aquilo que tenho de sobra em todos os dias que passam e não rio com o prazer que já me fez sorrir e não parar, é má todos os momentos em que invejo os sentimentos que já senti e não sinto mais, é má sempre que não alcanço tudo aquilo a que me proponho, é má no desespero que às vezes me apanha desprevenida e me dobra o orgulho que já senti e que agora não sinto...
Vinga o sorriso que em mim reside permanentemente, aquele que me completa em todos os momentos que a minha alma entristece com o medo da frustração, com o medo que me persegue pela demora dos dias realmente felizes que um dia já soube como eram.
Sobram os momentos de alienação, aqueles em que descomprometidamente faço o que me apetece ignorando friamente as suas consequências, porque apenas assim vislumbro a felicidade, que para já apenas existe de forma aparente.
Espero que esta aparência se transforme em verdade...hoje, agora...sempre.
Há momentos que não conseguimos esquecer, emoções que nos controlam o ar que respiramos, que nos aceleram o fluxo sanguíneo, qual acelerador de um motor potente e que nos conduz a vida e os dias que nela existem da forma mais rápida ou mais lenta com que na verdade enfrentamos todos os momentos da nossa história.
Há tanta coisa que nos diz tanto e tanta tão pouco...e a lágrima que cai quando penso que já tive tudo, a plenitude que agora não encontro, não posso evitar, não consigo evitar o desejo da eloquência que é ser feliz, assim sem mais nada, tão simplesmente feliz, na entrega total, na entrega parcial, na entrega simplesmente...
E sim a solidão é má, a solidão é aquilo que tenho de sobra em todos os dias que passam e não rio com o prazer que já me fez sorrir e não parar, é má todos os momentos em que invejo os sentimentos que já senti e não sinto mais, é má sempre que não alcanço tudo aquilo a que me proponho, é má no desespero que às vezes me apanha desprevenida e me dobra o orgulho que já senti e que agora não sinto...
Vinga o sorriso que em mim reside permanentemente, aquele que me completa em todos os momentos que a minha alma entristece com o medo da frustração, com o medo que me persegue pela demora dos dias realmente felizes que um dia já soube como eram.
Sobram os momentos de alienação, aqueles em que descomprometidamente faço o que me apetece ignorando friamente as suas consequências, porque apenas assim vislumbro a felicidade, que para já apenas existe de forma aparente.
Espero que esta aparência se transforme em verdade...hoje, agora...sempre.
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