Há ciclos a fecharem-se, e outros, renovados a começar. Fecha-se, nesta quinquagésima partitura, o modus vivendi do que conheci na última década como sendo o caminho previsivel a percorrer. Caminhei assim, de forma mais ou menos prevista, segundo os mandamentos que eu mesma criei para silenciar o história que não sabia como escrever, e cheguei ao seu final. Neste fim de linha, recomeço numa outra esfera, assim o desejo, assim o quero, com novos mandamentos, aqueles que ainda não conheço, os que não criei, aqueles que simplesmente quero como imprevisíveis. Termina uma década com muitos momentos que merecem ser apontados como particularmente desejados, outros tantos que passaram por mim como vicissitudes de um destino que apenas e só às vezes temos a sorte de comandar. Nesta altura, tenho a certeza porém, que os desígnios que não quero que voltem a repetir -se estão completamente afastados do espectro do que quero seguir a partir deste primeiro dia, deste novo ciclo que quero que seja o primeiro do resto de uma história que se escreverá por sim mesma em papel de timbre diferente!
Neste vaivém de ilusões, subsiste a de ser compensada pelo esforço moral e imoral da vivência neste mundo que gira e torna a girar em torno das expectaivas que não quero defraudar, porque o jogo continua e as minhas apostas estão para ser ganhas.... As apostas não estão ainda feitas, também a roleta ainda não começou a girar, começo a mover as peças do tabuleiro que agora se constitui novo trilho, e sem fim previsto para já, aguardo pelas coordenadas certas para o que o verde afirma ser de esperança. Podemos trocar as cores do arco-íris, mas não podemos trocar a cor que nos veda o olhar e nos tráz sempre para a rua com vontade de dançar. Com peças soltas se faz um puzzle, e é com emoções soltas que se faz a minha forma de viver.
Simples, louca e feliz...fugaz talvez, inconstante sempre...feliz, porque não?
Neste vaivém de ilusões, subsiste a de ser compensada pelo esforço moral e imoral da vivência neste mundo que gira e torna a girar em torno das expectaivas que não quero defraudar, porque o jogo continua e as minhas apostas estão para ser ganhas.... As apostas não estão ainda feitas, também a roleta ainda não começou a girar, começo a mover as peças do tabuleiro que agora se constitui novo trilho, e sem fim previsto para já, aguardo pelas coordenadas certas para o que o verde afirma ser de esperança. Podemos trocar as cores do arco-íris, mas não podemos trocar a cor que nos veda o olhar e nos tráz sempre para a rua com vontade de dançar. Com peças soltas se faz um puzzle, e é com emoções soltas que se faz a minha forma de viver.
Simples, louca e feliz...fugaz talvez, inconstante sempre...feliz, porque não?
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