As saudades que sinto são fugazes, acontecem de vez em quando, uma vez por outra, quando me demoro em pensamentos que parecem estar longe, de coisas que aconteceram há muito. Na verdade não foi há muito...foi há pouco, há tão pouco. os meus olhos se baralham quando vêem certas imagens a que se habituaram a ser suas durante algum tempo, certas cores, formas, cheiros e sons que parece que entretanto se desvaneceram.
Mas quando se recordam dias, horas, emoções, tudo volta a uma memória tão fresca quanto o cheiro da manhã gélida num dia de Inverno, de um corpo que o casaco quente protege do frio e faz tornar apetecíveis 2o minutos de caminhada. Nesta vida nada é tão certo quanto o prazer que nos provoca o desconhecido, a excitação de pensar em dias diferentes, delirantes por vezes, de segredos que ficam guardados nas memórias, nossas, intrínsecas, de dentro de nós e que jamais qualquer imagem ou fotografia poderá descrever, porque o que guardamos são mesmo isso, sentimentos, são nossos, intransponíveis, irrepetíveis, intransmissíveis, sobretudo intransmissíveis. E o mundo é nosso, onde, quando e com quem quisermos, porque tudo é eternizável, para nós, para os outros...
Mas quando se recordam dias, horas, emoções, tudo volta a uma memória tão fresca quanto o cheiro da manhã gélida num dia de Inverno, de um corpo que o casaco quente protege do frio e faz tornar apetecíveis 2o minutos de caminhada. Nesta vida nada é tão certo quanto o prazer que nos provoca o desconhecido, a excitação de pensar em dias diferentes, delirantes por vezes, de segredos que ficam guardados nas memórias, nossas, intrínsecas, de dentro de nós e que jamais qualquer imagem ou fotografia poderá descrever, porque o que guardamos são mesmo isso, sentimentos, são nossos, intransponíveis, irrepetíveis, intransmissíveis, sobretudo intransmissíveis. E o mundo é nosso, onde, quando e com quem quisermos, porque tudo é eternizável, para nós, para os outros...
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