Acordei tarde, não muito tarde para quem se deitou cedo pela manhã. Num misto de sensações estendi o meu corpo tentando descansar. A fadiga desta vez não me massacrou, pelo contrário, acho que nem chegou a aparecer. Gente, risos, choros, gritos, palavras que se perderam numa noite inglória, ou talvez com uma glória pequena, escondida, daquelas que apenas se sentem não se vêm nem se tocam. Na verdade, apenas serviu para alimentar o ego, aquele que por vezes fica esquecido no meio de tantas outras coisas que se lhe sobrepõem. Enfim, breves palavras para dizer apenas que já era hora de começar a despertar o som da quimera que quero e preciso que surja depressa, com a mesma pressa com que corro descalsa na areia da praia em tardes mornas de Verão.
Assim te espero...por hora, continuo a caminhar em frente...
Assim te espero...por hora, continuo a caminhar em frente...
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